Literatura GLBT
Literatura GLBT - Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais - não constituem um gênero diferente da literatura difundida pelos grandes escritores, mas está inserida em todos os gêneros (narrativa, poesia, teatro, ensaio e novela). A literatura é, possivelmente, uma das formas artísticas mais adequadas para discutir e propor, de forma coordenada e, com a garantia de participação popular, um pacto democrático contra a homofobia, bem como a divulgação dos escritores GLBT.
Para perfurar a barreira do preconceito, a Canápe Produções e Promoções Culturais, promove o concurso de literatura GLBT para a difusão desse nicho cultural. A Canápe luta pelo reconhecimento à diversidade cultural, enquanto as grandes editoras sucumbem os escritores envolvidos com este tema. Tem como compromisso garantir a igualdade difundida na Constituição Federal.
O concurso Arco-Íris de poesia promove uma discussão literária contra as práticas sócias e institucionais que marginalizam as pessoas por motivos de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero. A poesia torna-se um foro de discussão inteligente contra a incessante violência com o público GLBT. O concurso tem a incumbência de apresentar os escritores e promover o debate a favor da literatura.
A subversão poderá ser combatida com sentimentos e emoções por meio de palavras: basta de violência e discriminação. O concurso literário chama a atenção para promover os escritores sem oportunidade de divulgar seus trabalhos. A Canápe decide defender essa bandeira, portanto, o destino de concurso reserva-lhe uma surpresa: o amor pela literatura.
Está sendo observada a sensibilidade, a delicadeza mesmo, com que a Canápe está inserida neste concurso literário para o público GLBT, na qual este concurso, sobretudo no começo, constituem como o reconhecimento da identidade de gênero, mas vai fundo no combate ao preconceito e nos mostrará o que está por trás do leviano estereotipo, ou seja, escritores que transmitirão a arte: que ensina. A Canápe acredita na igualdade. Esta verdadeira discussão, autêntica e humana, termina com a seguinte pergunta: Devemos descobrir quem realmente somos?
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